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O cenário político do Tocantins e as decisões que cercam Wanderlei Barbosa
O governador Wanderlei Barbosa se consolidou como um dos governadores mais bem avaliados da história do Tocantins. A gestão é frequentemente citada como uma das melhores que o Estado já teve, o que lhe garantiu um capital político sólido e consistente, construído a partir de resultados administrativos, articulação institucional e uma base municipal ampla. É justamente esse cenário que hoje coloca o governador diante de um dilema estratégico: concluir o mandato até o fim ou re


G5 virou G2? O esvaziamento silencioso da campanha de Dorinha, o marketing pago e o teatro das convicções ocultas
Nos bastidores da política tocantinense, a sigla que já foi vendida como “G5” hoje mal sustenta o plural. Fontes internas das que ainda circulam pelos corredores, mas já falam em tom de alerta são diretas: o grupo encolheu. E não foi por acaso. Encolheu por rejeição, por desgaste e pelo medo cada vez mais visível de carregar um peso eleitoral que cresce a cada semana. Wagner Rodrigues e Eduardo Siqueira se tornaram símbolos desse problema. Ambos enfrentam rejeições abertas


Editorial | Vereador Tenente-Coronel Israel: da farda à tribuna, um mandato de presença, fiscalização firme e compromisso com o povo
O Vereador Tenente-Coronel Israel não surgiu da política de gabinete, do conchavo ou do improviso eleitoral. Ele vem da Polícia Militar, da rua, da ocorrência atendida de madrugada, da decisão tomada sob pressão e da responsabilidade de comandar homens e mulheres em situações reais de risco. Sua trajetória na corporação foi construída com disciplina, liderança e enfrentamento direto da criminalidade. O posto de Tenente-Coronel não é título decorativo: é resultado de uma carre


Opinião - Cabos eleitorais de luxo e a exploração política do caos
Na política tocantinense, a linha que separa gestão pública de marketing eleitoral nunca foi tão tênue e nunca foi tão escancaradamente ultrapassada. Prefeitos com alta rejeição popular passaram a exercer uma nova função não oficial: a de cabos eleitorais de luxo . Wagner Rodrigues e Eduardo Siqueira, cada um à sua maneira, parecem mais empenhados em oferecer palanque do que respostas concretas às populações que governam. A lógica é simples e perigosa: transformar qualquer


Araguaína em colapso: a cidade para, o povo adoece e Wagner Rodrigues grava vídeo
Araguaína vive hoje um dos retratos mais cruéis da inversão de prioridades públicas. A cidade parou. Literalmente. Ônibus fora de circulação, motoristas sem salário há mais de 90 dias, uma UPA sufocada, profissionais adoecendo e a população abandonada. Mas no topo da pirâmide administrativa, tudo segue em perfeita ordem — as diárias dos vereadores estão rigorosamente em dia . Mais de R$ 190 mil em viagens bancadas com dinheiro público. Dinheiro que saiu do bolso do cidadão


A ilusão da necessidade: por que Eduardo Gomes insiste em Dorinha?
Na política, nada é gratuito. E quando o apoio é insistente demais, convém perguntar: quem realmente está sendo beneficiado? A obstinação de Eduardo Gomes em empurrar Dorinha ao governo do Tocantins não nasce de convicção ideológica, afinidade programática ou preocupação com os rumos do Estado. Nasce do cálculo frio. Do interesse pessoal. Do velho manual do poder, onde alianças são degraus e candidaturas, ferramentas descartáveis. É público, notório e comentado nos bastidor


Amélio Cayres reafirma pré-candidatura ao Palácio Araguaia e nega recuo
O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, deputado Amélio Cayres (Republicanos), afirmou de forma categórica que nunca deixou de ser pré-candidato ao Palácio Araguaia , rebatendo especulações que circularam nos bastidores políticos sobre um suposto recuo de seu projeto eleitoral. Em entrevista à jornalista Maju Cotrim, publicada nesta segunda-feira, 12, Amélio foi enfático ao negar qualquer desistência. “ Ela nunca saiu. Eu nunca disse que não sou candidato ”, dec


LAUREZ: DA PROMESSA INFLADA À DECADÊNCIA ANUNCIADA
Laurez acreditou que tinha feito o maior negócio da sua vida política. Presidência do PSD no colo, articulação costurada por Irajá, aval de Kátia Abreu e o selo nacional de Kassab. O roteiro era óbvio: usar o partido como vitrine, puxar prefeitos, vereadores e deputados, inflar palanque e se vender como inevitável. No discurso, era força. Na prática, virou fracasso. Veio então a grande chance três meses como governador interino. Um teste raro, uma vitrine que muitos sonham


Quando falta gestão, sobra desculpa. E quando sobra vídeo, falta governo.
Em 2023, a Prefeitura anunciou, com estardalhaço e marketing pesado, mais de R$ 60 milhões em contratos . Recapeamento, pavimentação, videomonitoramento em toda a cidade, central integrada de segurança. Emendas garantidas. Empréstimo autorizado. Recursos carimbados. Tudo documentado, publicado, comemorado e amplamente divulgado. Agora, corta para 2026. As câmeras não existem. A central não funciona. A Guarda Municipal só aparece em solenidades. E o prefeito, rebaixado à cond


EDITORIAL - 2026: O ANO DA DECISÃO NO TOCANTINS
O ano de 2026 não será apenas mais um ciclo eleitoral. Ele se impõe como um divisor de águas para o Tocantins política, administrativa e institucionalmente. A sucessão ao Palácio Araguaia ocorrerá em um ambiente de esgotamento do eleitor com discursos vazios, promessas recicladas e lideranças que confundem poder com autopromoção. O tempo do improviso terminou. Do ponto de vista técnico e estratégico, a eleição será pautada por quatro parâmetros incontornáveis : Capacidade d

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